The ethics of Albert Camus's Revolt and the act of playing:: theoretical-philosophical approaches to the player's performance in the Game phenomenon

dc.creatorOrenga Sandoval, Gabrieles
dc.creatorLeonardo, Lucases
dc.creatorNogueira Silva, Luis Felipees
dc.creatorScaglia, Alcides Josées
dc.creatorOrenga Sandoval, Gabrielpt-BR
dc.date2023-09-01
dc.date.accessioned2025-02-05T16:56:33Z
dc.date.available2025-02-05T16:56:33Z
dc.descriptionThe game is an complex phenomenon, that the player's action is characterized by ethics, since, in addition to expressing his subjectivity, it aims at the good life (in the case of the game, pleasure and victory). Thus, the ethical character of the player's action constitutes a game environment, a place where unpredictability, dynamics and new organizations are present. In this way, it is part of the role of the player to understand the environment in which he finds himself, that is, to understand how the organizations of the game take place. In a similar way, the concept called Absurd, created by Albert Camus, a French-Algerian philosopher, is similar to this demand for understanding the environment in which lives, by exalting awareness. As a consequence, according to him, the only possible movement, subsequent to the understanding of the Absurd is the Revolt, an action based on the expression of the subject, aiming at justice, collectivity and unity, based on limits that must not be exceeded. From this, therefore, we think about the possibility of understanding the player as a man revolted in the game, seeking, through the identification of the environment, the success of his team, through his actions.en
dc.descriptionO jogo é entendido enquanto um fenômeno complexo, em que a ação do jogador se caracteriza pela eticidade, uma vez que, além de expressar sua subjetividade, visa à boa vida (no caso do jogo, o prazer e a vitória). Assim, o caráter ético da ação do jogador se constitui em um ambiente de jogo, local que a imprevisibilidade, a dinâmica e as novas organizações estão presentes. Dessa maneira, faz parte da função do jogador compreender o ambiente em que ele se encontra, ou seja, entender como as organizações do jogo ocorrem. De modo semelhante, o conceito chamado de “absurdo”, criado por Albert Camus, filósofo franco-argelino, assemelha-se a essa demanda do entendimento do meio em que se vive, ao exaltar a tomada de consciência. Como consequência, segundo ele, o único movimento possível, posterior à compreensão do absurdo é a revolta, ação pautada na expressão do sujeito, com vistas à justiça, à coletividade e à unidade, baseando-se em limites que não devem ser ultrapassados. A partir disso, portanto, pensa-se na possibilidade de entender o jogador enquanto um homem revoltado no jogo, buscando, dada a identificação do meio em que se está, o sucesso de sua equipe, através de suas ações.es
dc.descriptionO jogo é entendido enquanto um fenômeno complexo, em que a ação do jogador se caracteriza pela eticidade, uma vez que, além de expressar sua subjetividade, visa a boa vida (no caso do jogo, o prazer e a vitória). Sendo assim, o caráter ético da ação do jogador se constitui em um ambiente de jogo, local que a imprevisibilidade, dinâmica e novas organizações são presentes. Dessa maneira, faz parte da função do jogador compreender o ambiente em que ele se encontra, ou seja, entender de que maneira as organizações do jogo se dão. De maneira semelhante, o conceito chamado de Absurdo, criado por Albert Camus, filósofo franco-argelino, se assemelha a essa demanda do entendimento do meio em que se vive, ao exaltar a tomada de consciência. Como consequência, segundo ele, o único movimento possível, posterior à compreensão do Absurdo é a Revolta, ação pautada na expressão do sujeito, visando a justiça, coletividade e unidade, se baseando em limites que não devem ser ultrapassados. A partir disso, portanto, pensa-se na possibilidade de entender o jogador enquanto um homem revoltado no jogo, buscando, dada a identificação do meio em que se está, o sucesso de sua equipe, através de suas ações.pt-BR
dc.formatapplication/pdf
dc.identifierhttps://revistas.usantotomas.edu.co/index.php/cfla/article/view/7672
dc.identifier10.15332/25005375.7672
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11634/61396
dc.languagespa
dc.publisherUniversidad Santo Tomás, Bogotá, Colombiaes
dc.relationhttps://revistas.usantotomas.edu.co/index.php/cfla/article/view/7672/8036
dc.rightsDerechos de autor 2023 Cuadernos de Filosofía Latinoamericanaes
dc.rightshttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0es
dc.sourceCuadernos de Filosofía Latinoamericana; Vol. 44 No. 129 (2023): ; 155-169en
dc.sourceCuadernos de Filosofía Latinoamericana; Vol. 44 Núm. 129 (2023): ; 155-169es
dc.source2500-5375
dc.source0120-8462
dc.subjectabsurdoes
dc.subjectrevoltaes
dc.subjectjogoes
dc.subjectjogadores
dc.subjectautonomiaes
dc.subjectesportees
dc.subjectfuteboles
dc.subjectAbsurden
dc.subjectRevolten
dc.subjectGameen
dc.subjectPlayeren
dc.subjectAutonomyen
dc.subjectSporten
dc.subjectSocceren
dc.titleThe ethics of Albert Camus's Revolt and the act of playing:: theoretical-philosophical approaches to the player's performance in the Game phenomenonen
dc.titleA ética da revolta de Albert Camus e o ato de jogar:: aproximações teórico-filosóficas com a atuação do jogador no fenômeno “jogo”es
dc.titleA ética da Revolta de Albert Camus e o ato de jogar:: aproximações teórico-filosóficas com a atuação do jogador no fenômeno Jogopt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion

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