¿Planeas escribir? Funciones ejecutivas y escritura en jóvenes sordos

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Ortega Idárraga, Julia
Pulgarín Cárdenas, Jorge
Mejía, César

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Universidad Santo Tomás, Bogotá, Colombia

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Este estudio explora la relación entre las funciones ejecutivas y el desempeño en escritura en estudiantes sordos usuarios de la Lengua de Señas Colombiana. La escritura representa un desafío para esta población, ya que las lenguas de señas no poseen forma escrita y la escritura se adquiere como segunda lengua. Participaron 30 estudiantes sordos de tres instituciones educativas bilingües y biculturales. Las funciones ejecutivas —específicamente la planeación, la inhibición y la flexibilidad cognitiva— se evaluaron mediante la Torre de Londres y el Test de Clasificación de Tarjetas de Wisconsin. La escritura se evaluó mediante una tarea de recuerdo narrativo, tras la presentación de una historia en LSC. Los resultados mostraron un desempeño por debajo del promedio en tareas de funciones ejecutivas, especialmente en planeación y flexibilidad cognitiva. Las producciones escritas también fueron débiles, con errores gramaticales, desorganización y escasa coherencia temática. Las correlaciones de Tau de Kendall revelaron asociaciones significativas entre funciones ejecutivas y escritura. Por ejemplo, tiempos iniciales más bajos en la Torre de Londres se relacionaron con mayor producción escrita, pero de menor calidad. La flexibilidad cognitiva (categorías del WCST) mostró correlaciones positivas con indicadores como precisión temática, estructura oracional y puntuación total en escritura. Estos hallazgos destacan el rol de las funciones ejecutivas en el desarrollo de la escritura en estudiantes sordos y subrayan la necesidad de estrategias pedagógicas específicas e instrumentos de evaluación validados para esta población.
This study explores the relationship between executive functions and writing performance in deaf students who use Colombian Sign Language. Writing poses specific challenges for deaf learners, as sign languages lack written forms and written Spanish is acquired as a second language. A total of 30 deaf students from three bilingual and bicultural educational institutions participated in the study. Executive functions—specifically planning, inhibition, and cognitive flexibility—were assessed using the Tower of London and the Wisconsin Card Sorting Test. Writing ability was measured through an adapted story recall task, following the presentation of a narrative in Colombian Sign Language. Results revealed below-average performance in executive function tasks, particularly in planning and cognitive flexibility. Writing scores were also low, with students producing disorganized texts, frequent grammatical errors, and limited thematic coherence. Kendall’s Tau correlations showed significant associations between executive functions and writing. For example, lower planning times (Tower of London) were related to greater text production but poorer quality. Cognitive flexibility (WCST categories) was positively correlated with indicators such as idea accuracy, sentence structure, and total writing score. These findings suggest that executive functions play a key role in the writing process for deaf students. Addressing executive function components could enhance written language development in bilingual deaf learners. The study highlights the need for targeted pedagogical strategies and further research using validated instruments for the deaf population.
Este estudo explora a relação entre as funções executivas e o desempenho na escrita em estudantes surdos usuários da Língua de Sinais Colombiana. A escrita representa um desafio para essa população, uma vez que as línguas de sinais não possuem forma escrita e a escrita é adquirida como segunda língua. Participaram 30 estudantes surdos de três instituições educacionais bilíngues e biculturais. As funções executivas — especificamente o planejamento, a inibição e a flexibilidade cognitiva — foram avaliadas por meio da Torre de Londres e do Teste de Classificação de Cartas de Wisconsin. A escrita foi avaliada por meio de uma tarefa de memória narrativa, após a apresentação de uma história na LSC. Os resultados mostraram um desempenho abaixo da média nas tarefas de funções executivas, especialmente no planejamento e na flexibilidade cognitiva. As produções escritas também foram fracas, com erros gramaticais, desorganização e pouca coerência temática. As correlações de Tau de Kendall revelaram associações significativas entre funções executivas e escrita. Por exemplo, tempos iniciais mais baixos na Torre de Londres relacionaram-se a maior produção escrita, mas de menor qualidade. A flexibilidade cognitiva (categorias do WCST) apresentou correlações positivas com indicadores como precisão temática, estrutura oracional e pontuação total na escrita. Esses achados destacam o papel das funções executivas no desenvolvimento da escrita em estudantes surdos e ressaltam a necessidade de estratégias pedagógicas específicas e instrumentos de avaliação validados para essa população.

Abstract

Idioma

Palabras clave

sordos, discapacidad, funciones ejecutivas, escritura, deaf, disability, executive functions, writing, surdos, deficiência, funções executivas, escrita

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