Democracy and liberalism: a pragmatic relationship

dc.creatorGarcía Berger, Marioes
dc.date2017-07-01
dc.date.accessioned2025-02-05T16:56:19Z
dc.date.available2025-02-05T16:56:19Z
dc.descriptionThe central purpose of this essay is to propose that between democracy and liberalism there is a pragmatic relationship. For this, I will first reject the thesis that this relationship is logical-conceptual, as well as the idea that it is merely a contingent relationship, for which I will return to the concepts of John Stuart Mill and Hans Kelsen. In short, what I will argue is that democratic models, as methods of normative creation, do not imply either political or economic freedoms, although there is what I will call a pragmatic relationship between democracy and liberalism, so being a democrat and anti-liberal, or liberal and non-democratic, is a performative contradiction.en
dc.descriptionEl propósito central de este ensayo es proponer que entre la democracia y el liberalismo existe una relación pragmática. Para ello primero rechazaré la tesis de que este nexo es de tipo lógico-conceptual, así como la idea de que se trata meramente de un nexo contingente, para lo cual retomaré las concepciones de John Stuart Mill y Hans Kelsen. En suma, lo que sostendré es que los modelos democráticos, en tanto métodos de creación normativa, no implican ni las libertades políticas ni las económicas, aunque sí hay lo que llamaré una relación pragmática entre la democracia y el liberalismo, por lo que ser demócrata y antiliberal, o liberal y no demócrata, es una contradicción performativa.  es
dc.descriptionO propósito central deste ensaio é propor que entre a democracia e o liberalismo existe uma relação pragmática. Para isso, primeiro rejeitarei a tese que este nexo é do tipo lógico-conceptual, assim como a ideia de que se trata meramente de um nexo contingente, para o qual retomarei as concepções do John Stuart Mill e Hans Kelsen. Em suma,  o que sustentarei é que os modelos democráticos, tanto métodos de criação normativa, não implicam nem as liberdades políticas nem as econômicas, embora há sim o que denominarei uma relação pragmática entre a democracia e o liberalismo, pelo que ser democrata e antiliberal ou liberal e não democrata, é uma contradição performativa.pt-BR
dc.formatapplication/pdf
dc.identifierhttps://revistas.usantotomas.edu.co/index.php/cfla/article/view/3851
dc.identifier10.15332/25005375/3851
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11634/61265
dc.languagespa
dc.publisherUniversidad Santo Tomás, Bogotá, Colombiaes
dc.relationhttps://revistas.usantotomas.edu.co/index.php/cfla/article/view/3851/4163
dc.relation10.15332/s0120-8462.2017.0117.01
dc.sourceCuadernos de Filosofía Latinoamericana; Vol. 38 No. 117 (2017); 25-37en
dc.sourceCuadernos de Filosofía Latinoamericana; Vol. 38 Núm. 117 (2017); 25-37es
dc.source2500-5375
dc.source0120-8462
dc.subjectdemocracyen
dc.subjectliberalismen
dc.subjectpragmatic relationshipen
dc.subjectperformative contradictionen
dc.subjectJohn Stuart Millen
dc.subjectHans Kelsenen
dc.subjectDemocraciaes
dc.subjectliberalismoes
dc.subjectrelación pragmáticaes
dc.subjectcontra-dicción performativaes
dc.subjectJohn Stuart Milles
dc.subjectHans Kelsenes
dc.titleDemocracy and liberalism: a pragmatic relationshipen
dc.titleDemocracia y liberalismo: una relación pragmáticaes
dc.titleDemocracia e liberalismo: uma relação pragmáticapt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion

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