Consciousness, intentionality and language: agential recognition as the basis of social ontology

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Universidad Santo Tomás, Bogotá, Colombia
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This research article dialogues with the perspective of philosopher John Searle with respect to his theories of consciousness, speech acts in relation to the creation of institutional facts and his emergentist thesis of consciousness. The objective is to propose a reading of the North American thinker based on a pragmatic expression by identifying the agent as the center of creation and social transformation, and, therefore, of political mobilization. The text exposes, at first, the way in which consciousness and intentionality are biological facts that allow speech acts. In a second moment, the relationship between language and collective intentionality is considered as a necessary fact for the constitution of institutional facts. In order to close with the debate about the collective recognition of agents in the constitution of the ontology of social reality as a pragmatic expression through free will and the creation of possible social worlds.
El presente artículo dialoga con la perspectiva del profesor de la Universidad de Stanford, John Searle en su perspectiva acerca de la conciencia, los actos de habla en lo que tiene que ver con la creación de hechos institucionales y su tesis emergentista. Esto con la idea de proponer la lectura del filósofo estadounidense en base a una pragmática de la expresión, que identifica al agente como centro de la creación y transformación social, y por tanto de movilización política, al ser el reconocimiento colectivo quien mantiene el orden institucional. Por lo tanto, esa pragmática de la expresión identifica a los agentes como puntos esenciales de la creación del mundo social, desde el punto de vista del libre albedrio y la creación de mundos sociales posibles.
O presente artigo de pesquisa dialoga com a perspectiva do filosofo John Searle com respeito a suas teorias da consciência, os atos da fala no referente à criação de fatos institucionais e sua tese emergentista da consciência. O objetivo é propor uma leitura do pensador estadunidense baseado em uma pragmática da expressão ao identificar ao agente como centro da criação e transformação social e, por tanto, de mobilização política. O texto expõe, em um primeiro momento, o modo no qual a consciência e a intencionalidade são fatos biológicos que permitem os atos de fala. Em um segundo momento, considera-se a relação entre a linguagem e a intencionalidade coletiva como fato necessário para a construção de fatos institucionais. Para assim concluir com o debate acerca do reconhecimento coletivo dos agentes na constituição da ontologia da realidade social a modo de uma pragmática da expressão mediante o livre-alvedrio e a criação de mundos sociais possíveis.
El presente artículo dialoga con la perspectiva del profesor de la Universidad de Stanford, John Searle en su perspectiva acerca de la conciencia, los actos de habla en lo que tiene que ver con la creación de hechos institucionales y su tesis emergentista. Esto con la idea de proponer la lectura del filósofo estadounidense en base a una pragmática de la expresión, que identifica al agente como centro de la creación y transformación social, y por tanto de movilización política, al ser el reconocimiento colectivo quien mantiene el orden institucional. Por lo tanto, esa pragmática de la expresión identifica a los agentes como puntos esenciales de la creación del mundo social, desde el punto de vista del libre albedrio y la creación de mundos sociales posibles.
O presente artigo de pesquisa dialoga com a perspectiva do filosofo John Searle com respeito a suas teorias da consciência, os atos da fala no referente à criação de fatos institucionais e sua tese emergentista da consciência. O objetivo é propor uma leitura do pensador estadunidense baseado em uma pragmática da expressão ao identificar ao agente como centro da criação e transformação social e, por tanto, de mobilização política. O texto expõe, em um primeiro momento, o modo no qual a consciência e a intencionalidade são fatos biológicos que permitem os atos de fala. Em um segundo momento, considera-se a relação entre a linguagem e a intencionalidade coletiva como fato necessário para a construção de fatos institucionais. Para assim concluir com o debate acerca do reconhecimento coletivo dos agentes na constituição da ontologia da realidade social a modo de uma pragmática da expressão mediante o livre-alvedrio e a criação de mundos sociais possíveis.
Abstract
Idioma
Palabras clave
conscience, speech acts, intentionality, deontology, rationality, conciencia, actos de habla, intencionalidad, deontología, racionalidad