A nova revolução copernicana: quando o Eu, o Outro e o Todo são outros

dc.creatorGarcia, Luis Fellipeen
dc.creatorGarcia, Luis Fellipees
dc.creatorGarcia, Luis Fellipept-BR
dc.date2020-01-01
dc.date.accessioned2025-02-05T16:56:25Z
dc.date.available2025-02-05T16:56:25Z
dc.descriptionNo prefácio da segunda edição da Crítica da razão pura, Kant propõe uma revolução metodológica em Filosofia similar à revolução copernicana: ao invés de tratar o observador como um centro fixo em torno do qual os objetos gravitam, pensá-lo antes como um móvel cujos movimentos cognitivos permitiriam explicar fenômenos anteriormente inexplicáveis. Alguns filósofos contemporâneos sugerem que essa revolução deva ser realizada de um ponto de vista geográfico, pois os problemas fundamentais da Filosofia parecem gravitar todos em torno do mesmo centro fixo, o qual não é confrontado à fragilidade de sua posição geográfica contingente, o centro europeu. O objetivo deste artigo é reconstruir as linhas gerais dessa nova revolução copernicana como um procedimento de reavaliação de três vetores centrais do saber: o Eu, o Outro e o Todo.pt-BR
dc.formatapplication/pdf
dc.identifierhttps://revistas.usantotomas.edu.co/index.php/cfla/article/view/5524
dc.identifier10.15332/25005375/5524
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11634/61329
dc.languagepor
dc.publisherUniversidad Santo Tomás, Bogotá, Colombiaes
dc.relationhttps://revistas.usantotomas.edu.co/index.php/cfla/article/view/5524/5442
dc.sourceCuadernos de Filosofía Latinoamericana; Vol. 41 No. 122 (2020); 17-38en
dc.sourceCuadernos de Filosofía Latinoamericana; Vol. 41 Núm. 122 (2020); 17-38es
dc.source2500-5375
dc.source0120-8462
dc.titleA nova revolução copernicana: quando o Eu, o Outro e o Todo são outrospt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion

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